O Camp Nanowrimo de Julho acabou há uma semana. Agora que as coisas acalmaram, é hora de fazer o balanço.

Desta feita, meti na cabeça terminar
O Jarro de Porcelana, rever
As Nuvens de Hamburgo e ainda escrever uns 7 contos. O
primeiro dia foi passado a entrar e sair de aviões, conseguindo completar um conto. O
segundo dia foi menos produtivo, mas fiquei no ponto exacto em que não há atraso nem adiantamento. No
terceiro dia continuei a cumprir o plano, a faltar apenas 7 capítulos para terminar o Jarro de Porcelana. No
dia seguinte decidi fazer uma pausa e começar a escrever um conto que previa ter três partes com mil palavras cada mas que acabou por ter cinco. O
quinto dia foi dedicado ao Jarro de Porcelana, completando mais um capítulo, no
dia seguinte repeti a proeza. O
sétimo dia tornou-se no dia mais produtivo do desafio, com 1892 palavras: completei dois capítulos e terminei a segunda parte do conto. O
oitavo ganhou o estatuto de menos produtivo com 83 palavras. No
nono dia escrevi dois capítulos e comecei o último do livro. Para além disso, ultrapassou o sétimo dia em produtividade, com um total de 2059 palavras. Ao
décimo dia terminei o primeiro rascunho do Jarro de Porcelana, cumprindo assim um dos objectivos traçados.
No
décimo primeiro dia iniciei a reescrita das Nuvens de Hamburgo, tornando-o o dia mais produtivo com 2511 palavras. No
dia seguinte terminei dois capítulos, ficando com um total de três. Embora tenha terminado outro capítulo, o
décimo terceiro dia ficou marcado pela proposta de capa avançada pela minha esposa. O
dia seguinte protagonizou a publicação mais acedida de todo o desafio e uma capa melhorada que podem ver abaixo. No
décimo quinto dia terminei o sexto capítulo. Foi a primeira vez que cheguei a meio do desafio sem atrasos nem adiantamentos.
O
décimo sexto dia da jornada passei-o a escrever o sétimo capítulo de raiz, ao contrário do que aconteceu com os anteriores. E
passou mais um dia e escrevi mais um capítulo. O nono capítulo e a reviravolta foram atingidos do
décimo oitavo dia. E
outro dia, outro capítulo. Por motivos profissionais, o
vigésimo dia foi muito menos produtivo.
O
vigésimo primeiro dia trouxe ainda mais atraso. No
dia seguinte, apesar de não ter escrito muito, terminei o capítulo 11 e a terceira parte do conto. O
vigésimo terceiro dia tornou-se o dia com maior produtividade com 2567 palavras, com as duas partes que faltavam ao conto e ainda uma porção do capítulo 12. Três capítulos foi o que terminei a
24 de Julho. O
vigésimo quinto roubou o título de dia mais produtivo com 2797 palavras, o completado do capítulo 15 e atingindo o Ponto sem Retorno. O Momento de Desespero chegou no
vigésimo sexto dia com o décimo sexto capítulo. Apesar do cansaço:
mais um dia e mais um capítulo. O
vigésimo oitavo dia foi o dia oficial de carência. Ao invés continuar o 19º capítulo, passei grande parte do
dia vinte e nove a escrever um artigo de não-ficção que sairá em breve numa pequena revista. Foi só no
trigésimo dia que completei o décimo nono capítulo. O último capítulo das Nuvens de Hamburgo foi escrito no
último dia do desafio.
O meu desempenho foi suficiente para conseguir o crachá de vencedor. O terminar do primeiro rascunho do Jarro de Porcelana e a reescrita das Nuvens de Hamburgo eram as minhas prioridades. Apenas não cumpri um dos três objectivos que tinha traçado: escrita de 7 contos - acabei por me ficar pelos 2 e mais um artigo. Foi o Camp Nanowrimo mais regular de sempre! Podem ler o diário completo do desafio
aqui. Cá vos espero em Novembro!