quarta-feira, 7 de maio de 2014

Livros: Ninguém escreve ao Coronel

Era um dos poucos livros desta colecção que me faltava ler. Encontrei-o numa loja de coisas em segunda mão e li-o na noite seguinte de uma assentada.



Autor: Gabriel García Márquez
Sinopse: Publicado pela primeira vez em 1961, Ninguém Escreve ao Coronel é o segundo romance de Gabriel García Márquez, escrito durante a sua estada em Paris, onde trabalhava como correspondente de imprensa desde meados dos anos 50.
Num estilo puro e transparente, com uma economia expressiva excepcional que marcava já o seu futuro como escritor, García Márquez narra com brilho inaudito a história de uma injustiça e violência: um pobre coronel reformado vai ao porto esperar, todas as sextas-feiras, a chegada de uma carta oficial que responda à justa reclamação dos seus direitos por serviços prestados à pátria. Mas a pátria permanece muda...



É quase impossível não estabelecer uma grande empatia pelo Coronel. Escrito em poucas páginas e num estilo descomplicado, este livro tem o dom de embalar o leitor nesta história de miséria, injustiça e teimosia. As personagens são memoráveis e o retrato da velhice é credível. O único senão do livro é a sua extensão, depois daquelas 93 páginas, dá vontade de querer saber mais sobre o destino do Coronel e da sua esposa.

Recomenda-se a quem procura um livro pequenino mas que diga muito.

Classificação: 4 estrelas

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A Menina dos Doces - Escolha da Capa


Preciso da vossa ajuda para escolher a imagem base da capa do livro A Menina dos Doces. Qual destas imagens acham ser a mais adequada? Deixem a vossa opinião nos comentários. Obrigado!
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Nanowirmo em Janeiro: Dia 4


Depois de mais um curto interregno que usei para defender o meu doutoramento, estou de volta ao desafio. Hoje fiquei-me por umas meras 732 palavras, atingindo um total de 3888. De momento, estou com um atraso de cerca de 1000 palavras, que acho ser recuperável.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Nanowrimo em Janeiro: Dia 3

Hoje retomei o meu desafio! Escrevi 2269 palavras e consegui um total de 3156. Espero desta vez conseguir manter-me no desafio e terminá-lo. Por hoje, é tudo!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Más notícias

Tive um problema com o meu teclado e não posso escrever porque algumas teclas não funcionam como seria de esperar. Não posso continuar com o meu desafio de Janeiro (vou ter de o adiar até ter um teclado novo). Também não posso escrever postagens no blogue. Peço desculpa e tentarei resolver este problema assim que possível

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Nanowrimo em Janeiro: Dia 2

No segundo dia do Nanowrimo de Janeiro escrevi 510 palavras, atingindo um total de 887. Apesar de estar bastante aquém da meta diária, estou bastante satisfeito, já que quase escrevi o dobro de ontem. Pena foi não ter consegui terminar o capítulo que iniciei.

Aqui fica uma sinopse da história:

Num futuro remoto, a humanidade parece ter atingido o prototipo de sociedade perfeita, em que a fome, guerra, pobreza e infelicidade foram erradicadas. Para Berto, tudo está prestes a mudar quando conhece Tiana, uma jovem em tudo semelhante a tantas outras. Os sentimentos que lhe desperta faz com que com ela decida quebrar a etiqueta que os rege. As consequências irão mostrar-lhe que nem tudo é o que parece e que o mundo não é como imaginou.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Nanowrimo em Janeiro: Dia 1

Este ano não participei no Nanowrimo em Novembro devido ao tempo e esforço que exigiu a minha tese de doutoramento. Assim sendo, decidi realizar um Nanowrimo/desafio pessoal durante o mês de Janeiro. O livro escolhido foi O Canto do Rouxinol, um romance distópico passado num futuro em que a ecologia se tornou pilar fundamental da sociedade que acreditam ser perfeita. Já o tinha tentado escrever durante os dois CampNanowrimo de 2013 (http://pedro-cipriano.blogspot.pt/search/label/O%20canto%20do%20rouxinol) sem conseguir terminar. Deste modo, não haverá outras postagens neste blogue durante o mês de Janeiro, excepto as que seguirem o desenvolvimento deste desafio.

Quando comecei o desafio, faltavam 31 capítulos para terminar a história, ou seja, um por dia durante todo o mês. Terminar a história deve-me levar à escrita de cerca de 45000 palavras, o que considero ser um limite razoável para o tempo disponível. Durante o desafio, irei revelar alguns detalhes sobre a história, por isso fiquem atentos.

No dia 1 escrevi umas meras 377 palavras, o que foi suficiente para terminar o capítulo que estava pendente. Descobri que meses de escrita cientifica emperraram o meu método e que preciso de uns dias para recuperar o meu ritmo normal. Agora faltam 30 capítulos, o que deverá dar uma média de 1500 palavras por dia.