domingo, 27 de outubro de 2013

Chá de Domingo #11: Nanowrimo

Quem é que este ano vai aceitar o desafio do Nanowrimo?


O que é o Nanowrimo?

O Nanowrimo é National Novel Writing Month em que milhares de escritores de todo o mundo participam. Decorre durante o mês de Novembro e o objectivo é escrever 50000 palavras.

Quem pode participar?

Todos podem participar! Seja um escritor profissional ou apenas alguém que goste de colocar uma palavra à frente da outra sem qualquer objectivo concreto.

O que é preciso para participar?

Registar a tua história em http://nanowrimo.org e escrever! O registo é grátis e ainda podem adquirir algumas lembranças espectaculares na loja.

Mas 50000 palavras não são muitas?

São só 1667 palavras por dia. É assim tão difícil? Para te manteres actualizado podes usar uma das aplicações que vai registando o teu progresso.

Eu acho que é um pouco difícil, o posso fazer para ser mais fácil?

Quase essencial é juntares-te a um grupo. A experiência é uma montanha russa emocional e ajuda estar inserido num ambiente onde haja quem te compreenda.


Adorava poder participar este ano, mas desconfio que estarei demasiado ocupado com outro tipo de escrita, o da minha tese de doutoramento.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A Editorial Divergência prepara-se para lançar a sua primeira antologia

A Editorial Divergência está a preparar a primeira antologia e precisa da vossa ajuda para escolher o tema. Podem deixar o vosso voto aqui.


Bónus: O júri da antologia ira contar com algumas figuras relacionadas com a ficção especulativa portuguesa.


Blogue da Editorial Divergência
Página de Facebook da Editorial Divergência

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Procuram-se leitores beta: Caderno Vermelho


Este livro esteve na gaveta quase dois anos e decidi procurar leitores beta para saber o que fazer com ele.

Leitor Beta é aquele que tem por hábito ler, pelo menos, 1 a 2 livros por mês. Espera-se que tenha uma língua afiada para a crítica, ajudando assim o autor a melhorar a sua obra.
Quem procuro?
- Leitores (m/f) que apreciem poesia.
- Idade mínima 14 anos.
- Leitores que assumam o compromisso de ler a obra na íntegra e sobre ela emitir uma crítica/sugestões (construtiva (s) de preferência) no seu todo.
- Pretendo no mínimo 5 leitores Beta.
O que procuro?
- Opiniões sinceras e honestas! Nada de leitores passivos que apenas absorvem o que gostaram. Preciso de gente com fibra que opine genuinamente sobre o que leu, que saiba fundamentar a crítica, no sentido da qualidade da obra. O que está bem, está e o que está mal, tem que se mudar – importante frisar isto!

Cada um dos leitores beta irá receber uma cópia digital do livro em pdf, mobi ou epub (outros formatos poderão estar disponíveis).

Todas as gralhas, erros frásicos e de métrica podem também ser apontados, embora esse não seja o objectivo desta leitura.
Se achas estar preparado para ler e opinar, manda-me um email para pedromrcipriano@gmail.com e fala-me um pouco de ti. Conto contigo!

Caderno Vermelho

Ao iniciar a viagem, o neófito nada entende, pois não consegue ver. Está cego e não o sabe. Os símbolos em que está imerso são como um livro, só o pode ler quem o souber decifrar. O conteúdo só está acessível a quem tem vontade e uma mente aberta.
A abertura de horizontes não é um processo reversível. Não é possível voltar a dormir depois de se ter acordado completamente, assim como não é possível voltar ao ventre materno depois de nascer.
Esta não é uma iniciação a uma ordem secreta, nem a nenhum clube de eleitos. É uma iniciação ao mundo real.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A Fantasy & Co está a chegar ao centésimo conto

Vou dedicar o artigo de hoje ao Fantasy & Co.
Para quem não está a par:

Fantasy & Co nasceu da vontade de criar um espaço totalmente dedicado à literatura fantástica. Num universo virtual saturado de espaços individuais, este blogue vem concretizar a esperança de trabalharmos em função de um objectivo comum: Divulgar a Literatura Fantástica Portuguesa.

Aconselho a visitar também a página de Facebook!

Ao longo de quase um ano e meio, este grupo de escritores de ficção especulativa, do qual faço parte, publicou quase 100 contos.  Para comemorar o centésimo, haverá uma surpresa para todos os amantes do género romântico e/ou erótico.

Deixo uma pista:


Fiquem atentos!

domingo, 20 de outubro de 2013

Chá de Domingo #10: Atrasos

Todos temos que lidar com atrasos, umas vezes culpa dos outros, outras nossa (a maldita procrastinação) e as restantes não são culpa de ninguém. O Chá de Domingo desta semana é um bom exemplo de um atraso!


Apesar da postagem dizer que é do dia 20 às 17 horas, na verdade ele foi escrito no dia 26 às 20:00. Esta discrepância deve-se a uma atraso. Até aqui ainda não disse nada de novo, mas pelo menos já mostrei uma das consequências dos atrasos: aborrece as expectativas de outras pessoas. Não sei se há quem esteja habituado a ler esta rubrica todos os Domingos, mas se fosse o meu caso, eu ficaria chateado por não ter um artigo fresquinho à hora do chá!

Porque é que nos atrasamos?

A maior fonte de atrasos somos nós mesmos, ou porque adiamos o que realmente temos que fazer ou porque estamos muito ocupados. Por norma, a primeira é a mais frequente. O que é que podemos fazer contra isso? Organizar, meter uns minutos de parte para organizar e definir os objectivos de cada dia. Depois de sabermos o que queremos fazer, é necessário cumprir escrupulosamente as metas traçadas, sem arranjar desculpas do género: falta-me inspiração.

Quando os atrasos se devem aos outros, sentimos-nos impotentes. Como é que podemos lidar com essa situação? Definir metas e ter a certeza que eles as conhecem e que as vão cumprir. Claro que o cumprimento dos prazos depende da dedicação ao projecto e deve-se sempre tentar trabalhar com pessoas que estejam motivadas.

Por último vem o imprevisto. Na minha opinião, é o menos frequente, apesar de ser o mais citado para camuflar as verdadeiras causas (ninguém gosta de admitir que se atrasou tudo por sua culpa). Como lidar com os imprevistos reais? Na minha opinião, a maneira mais fácil é dar um espaço de manobra para todo o tipo de atrasos.

Agora devem estar curiosos sobre as razões do atraso da rubrica (isto é, se não estiverem demasiado furiosos por ter sido feita em cima do joelho). Durante o fim-de-semana participei num evento desportivo e desde Quarta-feira que ando adoentado (isto foi a desculpa do imprevisto). Na verdade, eu podia ter agendado o artigo antes do fim de semana e não o fiz por pura preguiça!

sábado, 19 de outubro de 2013

Livros: A Farewell to Arms

Este livro foi-me aconselhado já há algum tempo. Disseram-me que era o melhor deste autor.


Autor: Ernest Hemingway
Texto da contra-capa: 1918 Ernest Hemingway went to war, to the 'war to end all wars'. He volunteered for ambulance service in Italy, was wounded and twice decorated. Out of his experiences came A Farewell to Arms. Hemingway's description of war is unforgettable. He recreates the fear, the comradeship, the courage of his young American volunteer and the men and women he meets in Italy with total conviction. But A Farewell to Arms is not only a novel of war. In it Hemingway has also created a love story of immense drama and uncompromising passion.

 
Este livro deixou-me a pensar depois de o terminar. A impressão causada não desapareceu uma hora ou duas depois, durou dias. Ainda dura. O final foi excelente!

Agora vamos começar pelo início! Nas primeiras páginas descreve-se apenas a guerra, sem nunca se falar da personagens principal e quando a personagem finalmente surge, é-nos apresentada de uma forma quase indiferente. Todo o livro é narrado da mesma forma e muitos dos diálogos são pouco credíveis. Demora um bom bocado até a história começar realmente, mas quando isso acontece, o livro ganha interesse. A tensão vai crescendo e o final compensa o inicio menos forte. Poderá haver quem chore!

Recomendo a quem nunca leu nada de Hemingway e que tenha pachorra para passar as primeiras páginas sem desistir. 

Classificação: 4 estrelas